Esmalte Ceramix

Em Portugal, a indústria cerâmica produz essencialmente artigos de utilidade e artigos decorativos. Caracteriza-se por barros negros, em Chaves, Vila Real, Viseu, Molelos e Flor de Rosa; barros vermelhos, sobretudo em Barcelos, Miranda do Corvo, Caldas da Rainha, Mafra, Estremoz e Viana do Alentejo; barros brancos (ou faiança), em Leiria e Loulé.
Em meados do século XVIII, por iniciativa do Marquês de Pombal, a indústria cerâmica e de porcelana Portuguesa conheceu um grande incremento. Tornam-se particularmente notáveis os trabalhos saídos das fábricas da Vista Alegre e do Rato (Lisboa) ou a louça das Caldas.
Com as necessidades atuais de redução de custos, de utilização de materiais mais flexíveis, mais fáceis de moldar, maior resistência à fratura, ao impacto, maior estabilidade térmica, etc., e também da crescente personalização dos objectos, houve necessidade de adaptar esta indústria de forma a viabilizar melhor, as empresas do ramo da pintura de peças de decoração, religiosas, etc.
Os materiais que melhor se adequaram foram: O Polipropileno, o Polietileno, o PVC (Policloreto de vinilo), e a Polyresin, donde o PVC é o mais utilizado. Este material é moldado nas formas pretendidas que depois necessitam de ser decoradas dando-lhes através do processo de pintura o acabamento desejado.
O Esmalte Ceramix é uma peça fundamental neste processo de pintura. É dado como primeira demão, normalmente na cor branco, champanhe, rosa e até vermelho sang de boeuf; permitindo depois toda a decoração e acabamentos para o efeito final pretendido.
O Esmalte Ceramix tem boa cobertura, secagem rápida e boa adesão.
É fornecido em Brilhante, M/B e Fosco.
É aplicado com pistola convencional e, eventualmente com pincel ou trincha.
Está disponível em embalagens de 5 e 20 litros.

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Alda Ferro
DID Metalomecânica